ELEIÇÕES 2026SIMULADOR ELEITORALPROJETO INDEPENDENTE
Eleições 2026

Fontes

Os 13 candidatos, siglas partidárias e propostas apresentados neste simulador são reais, levantados a partir dos Planos de Governo que cada candidatura protocolou oficialmente junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição de 2026 — os mesmos documentos em PDF disponibilizados publicamente pelo TSE no repositório de dados eleitorais.

O simulador tem um banco de 50 perguntas (concordo/discordo), organizadas em 8 categorias — a cada tentativa, 10 delas são sorteadas para o teste. Todas são uma síntese nossa dos temas mais concretos e divergentes encontrados nesses planos de governo — não são citações literais dos candidatos nem foram checadas ou validadas pelas campanhas. Cada pergunta também tem um candidato principal (quem apresentou a proposta mais específica sobre o tema, e por isso pesa mais no cálculo de afinidade), um viés (esquerda/direita) e, quando o tema é mesmo de costumes e não só de economia ou instituições, uma filosofia (liberal/conservador) — os dois últimos usados no gráfico de quadrantes do resultado. Veja como tudo isso é calculado em /metodologia.

Nem todos os candidatos detalharam propostas sobre todos os temas em seus planos. Um candidato só tem posição registrada numa pergunta quando o próprio plano de governo trata do tema, direta ou indiretamente — por exemplo, propor revogar a reforma trabalhista conta como discordar de flexibilizar a CLT, mesmo sem citar a CLT nominalmente. Quando o plano simplesmente não tem nada sobre o assunto, o candidato fica de fora daquela pergunta (nem concordo, nem discordo), em vez de receber uma posição forçada a partir do perfil ideológico geral do partido. A única exceção é Pablo Marçal (PRTB), que não protocolou plano de governo junto ao TSE — sua candidatura também está pendente de análise do TSE por conta da inelegibilidade —, e por isso as posições atribuídas a ele aparecem em todas as perguntas, vindas inteiramente de declarações públicas amplamente divulgadas, não de um plano de governo.

Este é um simulador não oficial e independente, sem qualquer vínculo com o Tribunal Superior Eleitoral ou as campanhas. Os percentuais de compatibilidade não são pesquisa de intenção de voto, nem endosso ou avaliação dos candidatos.