ELEIÇÕES 2026SIMULADOR ELEITORALPROJETO INDEPENDENTE
Eleições 2026

Metodologia

O simulador tem um banco de 50 perguntas, distribuídas em 8 categorias. A cada tentativa, sorteamos 10 delas — uma de cada categoria, mais duas extras — para manter o teste curto sem perder a variedade de temas; por isso duas pessoas podem responder a perguntas diferentes.

Cada pergunta resume, em uma única afirmação de concordo/ discordo, um tema central de divergência entre os candidatos, e tem um candidato principal: quem apresentou a proposta mais específica e direta sobre aquele tema no próprio plano de governo — a pessoa que, na prática, inspirou a pergunta. A posição de cada candidato só aparece quando o próprio plano trata do tema, direta ou indiretamente (por exemplo, propor revogar a reforma trabalhista conta como discordar de flexibilizar a CLT, mesmo sem citar a CLT nominalmente). Candidato sem nada sobre o assunto no plano simplesmente não entra naquela pergunta, em vez de receber uma posição forçada — com uma única exceção: Pablo Marçal não protocolou plano de governo, então todas as posições dele em todas as perguntas vêm de declarações públicas amplamente divulgadas, não de um plano. Nenhuma posição é uma citação literal, e nada foi validado pelas campanhas — veja os critérios completos em /fontes.

Respostas marcadas como “não tenho opinião” não somam pontos para nenhum candidato, nem para o ranking, nem para o gráfico de quadrantes abaixo.

O ranking de candidatos parte de uma ideia simples: nem todo mundo que concorda com você merece o mesmo crédito. Cada pergunta vale 100% dos pontos daquela pergunta, divididos por papel entre quem tem a mesma resposta que você: se você concorda, 50% vão para o candidato principal da pergunta; dos demais que também concordam, 30% ficam com quem tem o mesmo viés (esquerda/direita) da pergunta, e 20% com quem é do viés oposto (concorda por um motivo fora do padrão). Se você discorda, não há um “principal do discordo” — os 100% são divididos 60%/40% entre quem discorda do viés esperado e quem é do viés oposto. Cada candidato acumula esses pontos ao longo das perguntas respondidas e divide pelo teto que ele mesmo poderia atingir (o que ele receberia se fosse o único a preencher o papel que ocupa em cada pergunta) — isso evita que um candidato que raramente é principal pareça artificialmente mais ou menos compatível só por dividir pontos com mais ou menos gente. Essa proporção ainda é ajustada pelo limite de Wilson, que penaliza quem tem posição conhecida em poucas perguntas, e normalizada entre todos os candidatos para que a soma dos percentuais seja sempre 100% — favorecer um candidato desfavorece obrigatoriamente os demais (por exemplo, 50%/25%/25%, nunca 100%/100%/50%). Por isso, o percentual final não é uma medida de aprovação isolada de cada candidato, e sim uma fatia relativa de um total fixo — mais parecido com um resultado eleitoral do que com uma prova de múltipla escolha. Candidatos sem nenhuma posição conhecida nas perguntas respondidas ficam de fora dessa distribuição e aparecem como “sem dados suficientes”.

O gráfico de quadrantes usa um cálculo separado, em dois eixos. Todas as perguntas têm um viés (esquerda/direita — mais Estado/redistribuição de um lado, mais mercado/menos Estado do outro) associado a quem responde concordo, com quem responde discordo no polo oposto. Já a filosofia (liberal/conservador — mais liberdade individual e mudança de costumes de um lado, mais ordem, tradição e autoridade do outro) só entra em perguntas que realmente têm esse conteúdo — segurança, direitos civis, meio ambiente e parte da política externa, por exemplo; perguntas puramente econômicas ou institucionais não empurram esse eixo para nenhum lado. Sua posição em cada eixo é a diferença entre as respostas de cada polo, em percentual (de -100 a 100). Os 13 candidatos aparecem no mesmo gráfico com uma posição fixa, atribuída por nós a partir do conjunto de suas propostas — não a partir das mesmas 10 perguntas que você respondeu.

Não há coleta, armazenamento ou associação de respostas individuais a uma pessoa: suas respostas existem só no seu navegador enquanto você responde e nunca chegam ao nosso servidor. O link de resultado é um código curto e aleatório; ele não carrega suas respostas, apenas aponta para o ranking de percentuais e a posição no gráfico já calculados, salvos sem nenhuma informação que identifique você.